Heire Montagner

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Happy Birthday para ela, Valquiria Rocinholi, com a cunhada querida Alessandra Zanardo.

Digital

Mesmo em um mercado ainda pressionado por juros e crescimento contido do Produto Interno Bruto, o Brasil atravessa transformação estrutural na forma de vender produtos e serviços. O que mudou não foi apenas o canal, mas a lógica. Estratégias que durante anos sustentaram crescimento passaram a perder eficiência, enquanto dados, tecnologia e disciplina de execução assumiram papel central nas decisões comerciais. Ampliar alcance nunca foi tão viável. Transformar esse alcance em resultado financeiro, no entanto, tornou-se mais complexo. Projeções do Instituto Brasileiro de Estudos de Varejo (IBEVAR) e da FIA Business School, baseadas em dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, indicam crescimento do comércio varejista no início de janeiro de 2026. As expectativas apontam para aumento de 0,06% no varejo restrito e de 0,77% no varejo ampliado em comparação ao mês anterior. A Confederação Nacional da Indústria projeta crescimento próximo de 1,8% para o PIB brasileiro em 2026, com indústria e serviços concentrando a maior parte da tração, o que ajuda a explicar por que eficiência passou a importar mais do que expansão pura de volume. No ambiente online, a mudança de patamar é ainda mais clara. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico projeta que o e-commerce brasileiro tenha superado a marca de R$ 220 bilhões em 2025, mantendo ritmo de crescimento de dois dígitos pelo terceiro ano consecutivo. O avanço é sustentado pela digitalização acelerada do consumo, pela sofisticação no uso de dados e pela consolidação do Pix como meio de pagamento dominante nas transações online, segundo dados do Banco Central. A virada vai além da digitalização. Muitas empresas ampliaram canais, investiram em tecnologia e ganharam escala, mas passaram a conviver com margens menores e decisões menos claras. Crescer deixou de ser sinônimo de operar melhor. Na nova economia, o que faz diferença é a capacidade de transformar dados em escolhas práticas no dia a dia do negócio. Na prática, organizações acumulam relatórios, dashboards e indicadores, mas seguem tomando decisões por hábito ou intuição, o que gera custo, ruído interno e pouca vantagem competitiva real.

Cervejaria

Segundo o Relatório Global de Consumo de Cerveja elaborado pela empresa japonesa Kirin Holdings, os brasileiros consomem anualmente 14,9 bilhões de litros de cerveja, ou seja, cada brasileiro consome aproximadamente cerca de 69,3 litros da bebida por ano. Além disso, de acordo com o Anuário da Cerveja 2025, em 2024, o Brasil atingiu a marca de 1.949 cervejarias, com abertura de 102 novos estabelecimentos, crescimento de 5,5% se comparado com 2023. Com o mercado de cerveja aquecido no Brasil, as marcas nacionais estão cada vez mais se consolidando e investindo em receitas elaboradas, provando que o país tem sim potencial e não fica devendo em nada para as empresas internacionais. Tanto que muitas cervejarias brasileiras estão ganhando reconhecimento até em outros países, como é o caso da cervejaria Ashby.

Comercial

O modelo de permuta multilateral entre empresas, que permite transações comerciais sem uso direto de numerário, começa a ganhar espaço no ambiente de negócios brasileiro com o lançamento da operação do Clube de Permuta em São Paulo. A capital paulista representa um dos mercados empresariais mais dinâmicos do país e a nova franquia, liderada por Marcos Koenigkan, projeta movimentar cerca de R$ 200 milhões em operações de permuta no primeiro ano, segundo estimativas da própria operação. O Clube de Permuta, presente em cinco países e vinte cidades, funciona como plataforma de relacionamento empresarial em que associados trocam produtos e serviços por meio de sistema interno de créditos, sem necessidade de pagamento em dinheiro em cada transação. As operações podem ser consultadas como saldos de uma conta corrente corporativa, em que as empresas acumulam créditos ou débitos conforme vendem ou compram dentro da rede. Segundo dados divulgados pela própria plataforma, a rede já ultrapassou meio bilhão de reais em negócios realizados e conta com mais de 2 000 associados, reforçando o impacto e a escala que o modelo de permutas multilaterais pode alcançar em contextos de mercado diversos.

Elétrico

Uma nova lei em São Paulo passou a estabelecer que condomínios não podem mais impedir a instalação de pontos de recarga para veículos elétricos, desde que sejam cumpridas as exigências técnicas, normas de segurança e regulamentações do Corpo de Bombeiros. A medida tem ampliado o debate entre síndicos, moradores e administradoras, especialmente sobre infraestrutura elétrica, custos, responsabilidade técnica e adequações prediais. Mas o impacto vai além do ambiente condominial e passa a ser um tema estrutural para o sistema elétrico da cidade. “Quando olhamos isso pela ótica da rede, o desafio ganha outra dimensão. Se apenas 5% da frota de São Paulo fosse eletrificada, com carregadores de 7 kW nas garagens — o que significa, na prática, uma vaga elétrica a cada 20 — estamos falando de uma carga adicional massiva de potência sendo demandada da rede de distribuição. Isso pressiona transformadores, infraestrutura local e a capacidade do sistema como um todo”, explica Pedro Bittencourt, CTO da TYR Energia.

Hambúrguer

A VPJ Alimentos, referência no mercado de carnes superpremium, escolheu o chef Edu Guedes como embaixador do primeiro hambúrguer quadrado do Brasil, lançamento que propõe uma mudança de percepção na categoria ao reposicionar o hambúrguer como refeição completa, e não apenas como lanche rápido. Desenvolvido com 150 gramas de carne 100% Angus, raça reconhecida mundialmente pelo sabor, maciez e qualidade superior, o produto, disponível nas lojas Pão de Açúcar, é uma alternativa de alto padrão para almoços e jantares, combinando conveniência, padronização e valor nutricional na proposta da VPJ Alimentos em democratizar a carne Angus no dia a dia da família brasileira. A escolha de Edu Guedes vai além de associação publicitária tradicional. A VPJ buscou no chef a figura que representasse a culinária brasileira, com forte conexão com as famílias, especialmente com as donas de casa que procuram soluções rápidas, nutritivas, confiáveis e saborosas. Com autoridade construída na televisão e nas plataformas digitais, Edu assume o papel de porta-voz da proposta considerada disruptiva, agregando credibilidade e identificação popular.

Calor

Mesmo com as variações climáticas observadas nas últimas semanas, o verão na cidade de São Paulo segue historicamente marcado por temperaturas elevadas. Em dezembro de 2025, a capital registrou 37,2 °C, a maior temperatura já medida para o mês desde o início da série histórica em 1943, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. O cenário reforça os riscos à saúde, especialmente para quem vive em situação de rua e está mais exposto às variações térmicas. Diante desse cenário, a ONG SP Invisível iniciou em 7 de fevereiro mais uma edição da campanha Calor Invisível, com foco em ações preventivas e estruturadas de cuidado. A meta é atender cinco mil pessoas até o fim do verão, por meio da distribuição de água, viseiras, squeezes e kits pet, compostos por vasilha e água. A iniciativa prevê a entrega de água durante atividades regulares da organização, como jantares e cafés da manhã, além de ações itinerantes ativadas conforme a demanda identificada nos territórios. Na última edição, entre janeiro e março do ano passado, a organização realizou a distribuição emergencial de água, beneficiando diretamente 5.672 pessoas em situação de rua.  No Brasil, o impacto do calor é intensificado pela desigualdade no acesso à água. Segundo levantamento do Instituto Trata Brasil, mais de 33 milhões de brasileiros vivem sem acesso regular à água potável. Além disso, cerca de 2,1 milhões de crianças e adolescentes não tinham acesso adequado à água potável no país em 2022, conforme dados do Unicef com base no Censo Demográfico do IBGE.

 

Agro

O desenvolvimento da safra 2026/27 exige atenção redobrada da citricultura brasileira. Além das incertezas das condições climáticas, que variam entre regiões e podem impactar a produção do cultivo, o avanço do psilídeo (Diaphorina citri), principal vetor da bactéria causadora do Greening, também intensifica a pressão sanitária sobre os pomares. A doença, que não tem cura, compromete de forma severa a produtividade, a longevidade das plantas e a qualidade dos frutos, aumentando a queda de laranjas antes da colheita e antecipando a necessidade de erradicação de árvores produtivas. Levantamentos do Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura) indicam que cerca de 48% das árvores no cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais já apresentam sintomas, com regiões que superam esse patamar, o que torna o controle do psilídeo prioridade absoluta no manejo da cultura. Para atender a essa necessidade do campo, a IHARA lança o Chaser EW, inseticida com tecnologia e molécula inovadoras, desenvolvido para elevar o padrão de manejo do psilídeo na citricultura nacional. A solução combina ação rápida de choque em todas as fases da praga — adultos e ninfas — com efeito anti-feeding, que paralisa imediatamente a alimentação do inseto e reduz significativamente a transmissão do Greening. Ao interromper rapidamente a sucção de seiva, o produto contribui para diminuir a queda de frutos, preservar o potencial produtivo das plantas e prolongar a vida útil do pomar, especialmente em áreas de alta incidência da doença. O lançamento chega em momento decisivo para o setor, em que agricultores enfrentam desafios crescentes para manter a produtividade e qualidade dos pomares. Formulado com tecnologia exclusiva e inédita no Brasil, o Chaser EW atua por contato e ingestão, promovendo a eliminação da praga de forma rápida.

 

A página Evidências traz momentos especiais!

Um novo ciclo cheio de amor e paz para Mary Stamato com a amiga Vel Marçal.

Natália Camelini Coelho recebe as bênçãos do bispo para o filho Bernardo.

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Viva a alegria e amor desse casal lindo, Ivan e Ana Silvia Bergantini Miguel.

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A vida é isso, amor, felicidade! A vovó Ana também pescou e foi só alegria!

Publicado na edição 10.989, quarta, quinta e sexta-feira, 25, 26 e 27 de fevereiro de 2026 – Ano 101