
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que os acordos preferenciais e de livre-comércio do Brasil atualmente alcançam apenas 8% das importações mundiais de bens. Com a entrada em vigor do Acordo Mercosul–União Europeia, este percentual passaria para 36%, considerando que a UE respondeu por 28% do comércio global em 2024. A análise foi divulgada neste sábado (17), após a assinatura do pacto pelos representantes dos blocos em Assunção, no Paraguai, e classifica a formalização como uma virada estratégica para a indústria brasileira.
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Publicado na edição 10.980, quarta, quinta e sexta-feira, 21, 22 e 23 de janeiro de 2026 – Ano 101





