

Há algo de profundamente clássico, e por isso mesmo poderoso, na condução narrativa que Aguinaldo Silva, Zé Dassilva e Virgílio Silva vêm construindo em Três Graças. Trata-se de um trabalho que compreende a essência do folhetim televisivo não como fórmula desgastada, mas como arquitetura emocional precisa, onde cada revelação acontece no momento exato em que o público já não suporta mais esperar.
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Publicado na edição 10.985 Sábado a terça-feira, 7 a 10 de fevereiro de 2026 – Ano 101




