Capez nega envolvimento e diz que seu nome pode ter sido usado

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Quebra de sigilo bancário e fiscal do deputado e ex- assessores foram autorizados. Capez diz, “minha pele está sendo aberta com abridor de latas”.

O desembargador Sérgio Rui da Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal do presidente da Assembléia Legislativa, Fernando Capez (PSDB), e de dois ex-assessores do governo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos, o ‘Moita’, ex-Casa Civil, e Fernando Padula, ex- Secretaria da Educação.
Em entrevista ao Estadão, o também promotor queixa-se: “Estão abrindo minha pele com abridor de latas”, sobre a investigação.
O parlamentar também afirma que seu nome pode ter sido usado por assessores e é categórico: “Eu não fiz atendimento por conta própria, eu não cobrei nada de ninguém, eu não recebi nada. Eu não liguei para secretaria da Educação. Eu não me chamo Jéter Rodrigues. Eu não posso responder pelos atos de um assessor”.

O foragido

Por e-mail, a Gazeta entrou em contato com o advogado do foragido Marcel Ferreira Júlio. Luiz Fernando Pacheco, através de sua secretária, agradeceu e disse, que por enquanto, não vai pronunciar-se a respeito do fato que envolve seu cliente.

(…)

Leia mais na edição nº 9950, de 18 e 19 de fevereiro de 2016.