CASO COAF: Delegados de Bebedouro comparecem à CPI da Merenda

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Deputado se exalta, acusa autoridades de prevaricação e deixa a sessão. Outros parlamentares fazem o mesmo e reunião é encerrada por falta de quórum.

No 4º encontro da CPI da Merenda, na Alesp, o clima não foi nada ameno. Delegados de Bebedouro, convidados a participar a fim de prestarem esclarecimentos à Comisssão, chegaram a se levantar, dizendo que não ficariam mais no plenário por se sentirem interpelados de maneira ríspida pelo deputado do PSDB Barros Munhoz, que acusou os delegados de montar uma farsa, na tentativa de atingir o governo do estado.
Uma das questões feitas e não esclarecidas pelos delegados é como o candidato a prefeito Gustavo Spido (PMDB) soube das escutas telefônicas, das quais avisou o então presidente da Coaf, Cássio Chebabi e quais medidas foram ou estão sendo tomadas, em relação a isso.
Às 18h42 de quarta-feira (10), a Gazeta recebeu nota da Secretaria de Educação do Estado do São Pulo, informando que, “Por recomendação da Corregedoria Geral da Administração (CGA), a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo solicitou ao Tribunal de Contas do Estado que a Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) seja proibida de participar de licitação pela prática de atos ilícitos e por ter descumprido obrigações assumidas em chamada pública. A declaração de inidoneidade foi publicada quarta-feira (10) no Diário Oficial do Estado”.

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Leia mais na edição nº 10021, de 11 e 12 de agosto de 2016.