
A boataria, inevitavelmente, sai de ambientes muito próximos aos que são alvo dela. Encontrar assunto para comprometer a memória de alguém é uma especialidade dos íntimos. É algo universal, de que é exemplo o livro de Georges Normandy, “Vie anecdotique et pittoresque de Maupassant”. Dele consta o boato malévolo de que Guy de Maupassant seria filho de Gustave Flaubert. Isso porque Laura de Maupassant se separara do marido e Flaubert era o amigo muito próximo a velar pela esposa abandonada.
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