
Em meio à rotina acelerada, em que quase tudo acontece de forma imediata, Cristiane Chinez encontrou na cozinha um caminho de volta ao tempo do afeto. Entre massas, aromas e pincéis, ela construiu algo que ultrapassa a confeitaria tradicional: bolos caseiros que se transformam em verdadeiras telas pintadas à mão, carregadas de histórias, memórias e sentimentos.
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Publicado na edição 10.986, quarta, quinta e sexta-feira, 11, 12 e 13 de fevereiro de 2026 – Ano 101





