
“Deus me garantiu 25% de funcionalidade e é com isso que vou fazer arte”, diz Arystarch, em relato a sacerdote da cidade.
A jornalista e escritora Raquel Bueno publicou recentemente o livro “Arystarch, o arquiteto dos Deuses”, relatando a história e as obras do polonês Arystarch Kaszkurewicz que, durante a Segunda Guerra Mundial, perdeu as duas mãos e o olho esquerdo, e a despeito de suas restrições, tornou-se um pintor sacro de afrescos, mosaicos e vitrais, até mesmo no Brasil, onde deixou inúmeras obras sem assinatura, “pois não gostava de publicidade. Morreu pobre e anônimo”, afirma a jornalista.


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Leia mais na edição nº 9766, dos dias 1°, 2 e 3 de outubro de 2014.




