Arutin, história de perseverança

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Na mocidade, foi fanático por futebol, atleta de todas as competições. Na maturidade, um empresário perseverante com grande preocupação social. Esta é a história do barretense Henrique Arutin Filho, empresário da área de gastronomia e voluntário de causas sociais.

Persistência – Empresário conta sua luta para manter aberto um dos mais tradicionais restaurantes da cidade.

Gazeta de Bebedouro – Qual sua descendência?
Arutin – Por parte de mãe, sou descendente de libanês. Meus avós nasceram no Líbano. Por parte de pai, é a mistura de armênio com italiano. É uma bela de uma mistura. Eles chegaram em Barretos, na década de 20.

GB – Tem quantos irmãos?
Arutin – Cinco irmãos. Dois homens e três mulheres. Eu sou o mais velho, depois vem a Tereza, Ana Lúcia, Roberto e a Sílvia.

GB – Como foi crescer em um lar com tantos irmãos?
Arutin – Foi muito bom. Só que eu fui mandado para colégio interno aos 11 anos. Era a tradição da época. Eu fui matriculado no Colégio Arquidiocesano de São Paulo. Depois, passei a conviver com meus irmãos, apenas nas férias escolares.

GB – Como era a personalidade de seu pai?
Arutin – Muito rígido e a mãe também. Ambos eram muito católicos. Meu pai integrou a primeira turma de cursilho do Brasil. Ele fez cursilho em Campinas, com os padres espanhóis e depois passou a divulgar o movimento pelo restante do Brasil.

GB – Sua mãe também participava de congregação religiosa?
Arutin – Mamãe também acompanhava o papai no Cursilho.

(…)

Leia mais na edição nº 9594, dos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2013.