CASO COAF: 3ª fase deve focar em prefeituras e seus agentes

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Em coletiva, autoridades afirmam que estão avaliando ainda a 2ª etapa para dar sequência.

Na tarde de sexta-feira (8), delegados disseram estar avaliando a 2° fase da Operação e as expectativas para futuras investigações. Segundo o Seccional, esta segunda etapa teria superado as expectativas, trazendo novas informações ao inquérito.
De acordo com informações dadas em coletiva, dois dos oito presos aceitaram acordo de delação premiada. Já Joaquim Geraldo da Silva teria tentado, segundo o responsável pelo inquérito, “explicar o inexplicável”. Seu advogado fala com a Gazeta, e diz como seu cliente atuava na cooperativa. Segundo Christiam Feltrim, em depoimento, Silva diz ter recebido cerca de R$ 120 mil em comissão, após prestar serviço à Coaf, através da intermediação com a prefeitura de Araras.
Vasconcelos afirmou ainda que outro nome de alguém que possuí foro privilegiado, teria sido citado em uma das oitivas. Sem revelar a identidade, a autoridade disse apenas que a pessoa seria investigada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Misiara fala a Gazeta

Sem poder dar informações sobre o teor de seu depoimento e avaliar a Operação que lhe rendeu a prisão, Sebastião Misiara em nota a Gazeta diz: “Estou bem fisicamente. A única coisa que posso dizer a vocês e a população é que eu respondi a todos -absolutamente todos- os questionamentos que me foram feitos, pois nada tenho a esconder. Sempre pautei minha vida pela honestidade, pela ética. Continuo à inteira disposição da Justiça e nela acredito piamente. A verdade virá a seu tempo. Não posso comentar mais nada sobre o caso, pois corre em segredo de justiça”.

(…)

Leia mais na edição nº 9971, de 9, 10 e 11 de abril de 2016.