
“É preciso amar as pessoas/Como se não houvesse amanhã”
A jornalista Deborah Ribeiro (na foto com sua família: Rosângela Freitas, Mayara Ribeiro, Deborah e Tatiane Souza) assistiu ao último show de Marília Mendonça, em Sorocaba e testemunha a beleza do espetáculo.
Frase da semana:
“Você me ensinou que “sofrência” é mais que um neologismo formado com as palavras sofrimento e carência. É um estado de espírito de quem sofre em demasia, quando estamos desiludidos e tristes. Somos o país da sofrência… toda mulher é meio Marília Mendonça”.
Mirian Goldenberg, antropóloga, professora universitária, escritora e articulista da Folha de São Paulo, em artigo em homenagem à cantora Marília Mendonça, morta em acidente de avião, na sexta (5).
Mais um
A Credicitrus inaugurou na primeira semana de novembro, mais um posto de atendimento, agora em Porto Ferreira, oferecendo seu portfólio de produtos àquele mercado, para que usufrua do promissor cooperativismo de crédito. Considerada a maior cooperativa de crédito do Brasil em ativos financeiros, hoje, em torno de R$ 9 bilhões, a Credicitrus está com 117 postos de atendimento e escritórios de negócios, em São Paulo e Minas Gerais.
Com a palavra, o presidente
“São 38 anos de intensa atuação no mercado, oferecendo aos cooperados, que hoje somam mais de 160 mil, um portfólio completo de soluções financeiras. São números que mostram a atuação e a posição de liderança da Credicitrus, entre as cooperativas de crédito brasileiras. Em outubro deste ano, a agência Fitch Rainting classificou a Credicitrus com a nota AA-, que demonstra a solidez, segurança e sustentabilidade de suas ações. Nosso propósito de ‘somar forças para gerar prosperidade, transformar vidas e desenvolver a comunidade’, concretiza-se diariamente em nossas ações e, a partir de hoje, os cooperados e a comunidade de Porto Ferreira, também farão parte da construção deste propósito”, afirma o presidente do Conselho de Administração Marcos Santin.
Fazendo bonito
O jornalista bebedourense Caio Junqueira vive a plenitude de sua carreira. Depois de participar do grupo editorial do prestigiado O Antoganista, foi contratado para compor a equipe da internacional CNN no Brasil e, como tal, foi convidado para compor a bancada de entrevistadores do melhor programa de entrevistas ao vivo da televisão brasileira, o Roda Viva, da TV Cultura, na segunda (8). No centro da Roda estava o deputado federal Marcelo Ramos. Para a Gazeta, Caio disse como foi: “Participar do Roda Viva é o sonho de todo jornalista e comigo a sensação foi exatamente essa, de estar em um lugar onde sempre quis estar. Trabalho há quase dois anos na CNN, mas a sensação foi como se ainda não tivesse tido essa experiência diante das câmeras. Foi bem legal”. Parabéns Caio.
Cavaleiros pós-pandemia
No domingo passado (7), os apaixonados por montaria que moram em Turvínea e na região, saudosos de um dia especial de cavalgada, reuniram perto de 170 deles para abrir a temporada de eventos, no 1º Encontro de Cavaleiros de Turvínea, após quase dois anos de pandemia. Para dar um caráter de solidariedade ao encontro, eles arrecadaram alimentos e brinquedos, com vistas ao Natal. Já o caráter de festa foi dado pelo almoço, ao som de músicas sertanejas, danças folclóricas e bingo.
Evoluindo
Depois de tanto tempo vivenciando a economia e a vida em standby, ou modo de espera, parece que a cidade vai retomando seu ritmo, depois que a média de novos casos de Covid caiu para apenas um ao dia e há mais de um mês sem vítimas fatais. Retomada perceptível também pela oferta de empregos disponibilizados pelo PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) de Bebedouro, com cerca de 60 vagas abertas. Mas todo cuidado é pouco, as regras sanitárias continuam valendo e a vacinação também.
Comoção
A tristeza causada pela morte prematura de Marília Mendonça atingiu, mesmo que em diferentes graus, a todos os brasileiros. Dois jornalistas ligados à Gazeta sentiram especialmente. Deborah Ribeiro, que trabalhou conosco até 2018 e hoje mora em Sorocaba, foi assistir ao último show da cantora justamente na sua cidade, para levar seu pequeno filho João Pedro, o JP, que é muito fã de suas músicas. Em choque ainda, depois de terem gostado muito do que assistiram, Deborah ainda não conseguiu contar ao JP da morte da cantora. Já Marcos Pitta, direto da redação, lamenta chorosamente não poder assistir ao show com ingresso comprado há mais de ano e adiado por causa da pandemia, nem usar a camiseta temática que aguardava a ocasião. Como estas, são muitas as histórias de comoção espalhadas pelo país.
Testemunho da fã
“O show da Marília Mendonça foi espetacular. Estávamos em festa com a retomada de shows na cidade e por ser ela quem faria esta abertura. Suas canções estão presentes nos nossos momentos de felicidade e de tristeza, também. Uma artista incrível, com uma energia sem igual. Marília recepcionou o público com sua alegria, sua música e com reflexões, entre uma canção e outra. Uma delas foi muito marcante ao dizer que, durante a pandemia, tinha medo que o público a esquecesse e que estava muito feliz de voltar aos palcos. Que tínhamos que ser gratos pela vida, viver o hoje, ser gentil hoje e amar hoje. Sua fala emocionou a todos. Outros dois momentos marcantes foram quando ela cantou ‘Ciumeira’ porque meu filho de 5 anos ama essa canção, e quando ela interagiu com a pequena que dizia o tempo todo que a amava. Essa tragédia nos faz refletir que é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, como diz a canção”. Deborah Ribeiro, jornalista.
Publicado na edição 10.624, de 13 a 19 de novembro de 2021.