Enfermeira desde criança

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Vice-diretora do Depto. de Saúde, Denise Ribeiro queria ser enfermeira desde criança. A vocação transformou-se em dedicação e sua carreira passou por importantes hospitais paulistas. Conheça a história desta mulher que conhece muito de Saúde Pública.

Família - Denise entre os homens de sua vida, o filho e o marido.

Gazeta de Bebedouro – Sua família morava em Bebedouro quando você nasceu na Santa Casa?
Denise – Eu apenas nasci em Bebedouro, porque minha família morava em Viradouro. Como lá não tinha maternidade, o parto ocorreu em Bebedouro. Depois, mudamos para Pradópolis, para onde meu pai foi transferido, quando trabalhava para o extinto Banco Comind. Depois de formada, fui trabalhar em Ribeirão Preto e somente fui chamada para trabalhar na Prefeitura de Bebedouro em 1989.

GB – Na sua cabeça, como funciona isto? Você sente-se bebedourense ou viradourense?
Denise – Olha, sou as duas coisas. Eu vivia em Viradouro, mas aprendi amar Bebedouro, local onde trabalho. Faz 24 anos que estou na Saúde Publica. Viradouro sempre permanecerá em meu coração porque é a terra da minha família.

GB – Desde a infância queria ser enfermeira?
Denise – Isto é uma coisa estranha. Eu sempre falava para minha mãe que eu queria ser enfermeira. E ela sempre me apoiava. E fui cursar faculdade na PUC de Campinas, onde me formei em 1981. E desde lá trabalho. Cheguei a trabalhar na enfermagem do Incor – Hospital do Coração de São Paulo. Mas meu primeiro emprego foi em Ibitinga. Pra lá fui a convite de uma amiga que formou-se comigo em Campinas. Fiquei lá por nove meses. Mas tive de pedir demissão, porque ficava quase 24 horas em serviço e emagreci muito. Minha mãe ficou muito preocupada. Mas é típico de quem se forma, porque a gente sai da faculdade com vontade de querer arrumar o mundo, e não mede as consequências. Depois desta experiência, fiquei por dois anos no Incor. Passada esta experiência, retornei para o interior de São Paulo, para Ribeirão Preto, onde fui convidada para trabalhar no Hospital São Francisco. Coincidentemente, eles estavam montando o setor de tratamento cardíaco. Com a experiência que tinha em cardiologia, ajudei a montar a equipe com quem trabalhei por doze meses. Sai porque recebi convite para trabalhar na Prefeitura de Bebedouro, onde estou até os dias atuais.

(…)

Leia mais na edição nº 9612, dos dias 19, 20 e 21 de outubro de 2013.