

Em uma sexta-feira, antes de iniciar os atendimentos do dia, deparei-me com o vídeo de um debate com o pesquisador de Inteligência Artificial Connor Leahy. Ele apontava a incoerência da promessa dos aplicativos de relacionamento: a de ajudar o usuário a encontrar o “amor da sua vida”. Ora, se isso de fato acontecer, a pessoa deixa de usar a plataforma e a empresa perde o seu lucro. Por isso, a arquitetura desses aplicativos não trabalha para o encontro verdadeiro entre as pessoas, mas sim para manter a pessoa retornando ao uso do aplicativo.
Quer ler mais? Seja assinante da Gazeta.
CLIQUE AQUI e ASSINE
Se já for assinante basta entrar com os dados abaixo.
Publicado na edição 11.028, quarta, quinta e sexta-feira, 26, 27 e 28 de agosto de 2026 – Ano 102




