“Hoje, é pouca água e muita larva”, afirma Vetores e Zoonoses

Mudança de hábito do mosquito Aedes aegypti e a falta de conscientização da população têm preocupado o setor. Índice larvário pode subir devido à quantidade de criadouros encontrados.

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Locais fáceis – A quantidade de criadouros encontrados em lugares acessíveis tem preocupado os agentes de saúde. (Divulgação)

As chuvas intensas das últimas semanas têm prejudicado o trabalho dos agentes de saúde no combate ao mosquito Aedes aegypti. Mesmo com a instabilidade do tempo, os profissionais do departamento de Vetores e Zoonoses tentam seguir com o cronograma.
A coordenadora Regina Melanda explica que os agentes estão focados em quatro pontos: “o bloqueio de criadouros no Residencial Eldorado, devido aos casos suspeitos; as reclamações da população; visitas em imóveis especiais como, creches, escolas, prédios públicos, onde há maior concentração de pessoas; e em locais estratégicos, como por exemplo, borracharias, ferros velho, por apresentarem maior concentração de criadouros”.

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Publicado na edição nº 10463, de 12 a 14 de fevereiro de 2020.