Muito a dizer (de adolescente para adultos)

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O Editorial desta edição dá lugar à redação de Isabela Vicari, finalista em concurso. A futura escritora dá mostras de maturidade precoce com vocabulário condizente do que deseja seguir como carreira, escrever livros.
Que sua utopia sirva de exemplo não somente aos seus colegas beirando os 14 anos, mas aos “marmanjos” que tudo falam e nada fazem.

Como alcançar a nossa utopia

Precisar, mudar, inovar e agir são os conceitos básicos para construirmos o mundo que queremos. Para que consigamos entender melhor, basta pensar um pouco: o mundo em que vivemos precisa ser mudado e inovado, isso depende de nossas ações.
O primeiro passo é precisar. Precisamos abrir os olhos e finalmente enxergar que não vivemos em um mundo perfeito. Precisamos reconhecer que, por mais importante que sejam as palavras, elas têm de vir acompanhadas de ações ou nossos objetivos não serão alcançados. Depois, vem a mudança.
Mudar, não apenas o mundo e sim as pessoas. Mas para que mudemos os outros, é necessário que comecemos por nós mesmos. Mude a sua forma de pensar, o seu jeito de agir. Seja diferente, faça a diferença. Assim surgirá a inovação.
Pessoas diferentes tendem a inovar. Para que alcancemos um mundo utópico, o segredo é a inovação. Contribua para que um mundo novo seja construído, tenha ideias novas, transforme a si mesmo em algo novo e dessa maneira, inove a realidade dos outros.
Por fim, após todas essas ideias fazerem com que você reflita, vem a parte mais difícil: agir. Muitas vezes falamos de tudo e de todos sem repararmos em o que nós estamos fazendo. E acontece que, na maioria das vezes, não fazemos nada. Então vamos ter atitudes. Em vez de apenas “desenharmos a planta” de um mundo novo, vamos providenciar os tijolos e o cimento e torná-lo real, começar a construção aos poucos, desde agora. Como disse Charles Chaplin, “cada segundo é o tempo para mudar tudo para sempre”.

(Isabela Vicari, 14, aluna do Colégio Anjo da Guarda).