


O amido de milho, matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente, compostos ativos letais para as larvas do mosquito aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya.
A metodologia teve a patente requerida por meio da Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e foi descrita em artigo na revista Industrial Crops and Products, intitulado “Improved activity of thyme essential oil (Thymus vulgaris) against Aedes aegypti larvae using a biodegradable controlled release system”, traduzido como “Melhoria da atividade do óleo essencial de tomilho (Thymus vulgaris) contra larvas de Aedes aegypti usando um sistema biodegradável de liberação controlada”.
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Publicado na edição de nº 10423, de 31 de agosto a 3 de setembro de 2019.