Novo sentido à vida – Ricardinho diz que o esporte mudou sua maneira de agir e de pensar. E que, futuramente, pensa em ter um projeto para crianças e adolescentes.

Ricardo Henrique Esgargeta de Souza tem 30 anos e, quando tinha 21, estava sem muitas perspectivas na vida. “Eu não fazia praticamente nada”. Até que veio um acidente grave, no qual perdeu, na hora, a perna direita. Correu risco de morrer.

Quando saiu do hospital, estava com sede de vida. Voltar a trabalhar, movimentar-se, ser intenso. Foi convidado para fazer parte do basquete sobre cadeira de rodas e da natação, mesmo sem saber nadar. Depois, vieram o atletismo e o ciclismo. Parecia não querer perder um segundo, aproveitar todas as oportunidades.

Decidiu focar no atletismo, mas o ciclismo tem ganhado espaço. Tem conseguido bons resultados nas competições sobre duas rodas na região. Ao mesmo tempo, nutre um sonho: ir para as próximas Paralimpíadas, em Paris 2024.

E é bom não duvidar, porque quando Ricardinho, como é carinhosamente conhecido pelos amigos, mentaliza algo, costuma dar certo. “O acidente deu um novo rumo na minha vida.”

Nesta entrevista, Ricardinho fala dos momentos difíceis, da retomada e dos planos. Além, é claro, da relação com Bebedouro. Vamos juntos?

Ricardinho celebra a vida correndo e saltando.

E quer ir longe.

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Publicado na edição 10.666, sábado a terça, 14 a 17 de maio.