O bem combatendo o mal

Metodologia inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito, Wolbachia tem contribuído para a contenção do Aedes aegypti.

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(Divulgação)

Uma solução que parece vinda de episódio de séries de ficção pode ser a nova arma contra as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Os mosquitos do “bem”, como são chamados, estão sendo liberados em diversas cidades brasileiras com o intuito de evitar a proliferação do transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela.
A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. A Wolbachia é uma bactéria intracelular que, quando presente nos mosquitos, impede que os vírus da dengue, zika e chikungunya se desenvolvam dentro destes insetos. Não há qualquer modificação genética, nem da bactéria, nem do mosquito. Pelo contrário, a Wolbachia está presente naturalmente na maioria dos insetos, mas não é encontrada nos mosquitos Aedes aegypti.

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Publicado na edição nº 10469, de 7 a 10 de março de 2020.