O infinito prazer de ler

Socióloga e coordenadora da pesquisa “Retratos da Leitura” analisa a importância das bibliotecas no incentivo a leitura.

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(Gazeta)

“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede”, a triste, porém verídica frase do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, que na quinta-feira (31 de outubro) completaria 117 anos, resume a realidade da leitura no Brasil.
A afirmação do poeta é confirmada pelos dados levantados pela pesquisa “Retratos da Leitura”, produzida pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e coordenada pela socióloga Zoara Failla, que acontece desde 2007, com objetivo de conhecer o comportamento e os hábitos do leitor brasileiro, contribuindo para avaliar e orientar políticas públicas.

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Publicado na edição nº 10441, de 2 a 5 de novembro de 2019.