Pesquisadores apostam em ‘vespinha’ para controle externo do greening

Com avanço exponencial nos últimos cinco anos no cinturão citrícola paulista, incidência da doença em pomares de Bebedouro é de 9,98%.

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Controle biológico – Usada em ambientes externos à produção, vespinhas podem reduzir transmissão do greening em pés de laranja. (Divulgação/Fundecitrus)

Desde agosto, o Brasil passa por fase decisiva no combate ao greening.  Até o fim da primavera, o psilídeo, vetor da bactéria causadora da doença, terá atingido seu pico populacional. Considerada inimigo da citricultura, é uma doença que não tem cura, mas que já tem sido evitada através do controle biológico, com uso de vespinhas chamadas Tamarixia radiata.

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Publicado na edição 10.625, de 20 a 23 de novembro de 2021.