
Os aumentos registrados nos preços do feijão nas regiões produtoras brasileiras continuam sendo repassados gradualmente ao consumidor final. A avaliação é do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), que atribui a valorização do grão principalmente à redução da área cultivada e às adversidades climáticas que comprometeram a primeira e a segunda safras de 2026.
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Publicado na edição 11.016, quarta, quinta e sexta-feira, 1º, 2 e 3 de julho de 2026 – Ano 102





