Transbordo de entulhos do Distrito 5 será cercado

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Local terá vigilância 24 horas, informa diretor de Meio Ambiente.  

O terreno onde é realizado o transbordo de entulhos de construção e podas de árvore, no Distrito Industrial 5, será cercado e terá vigilância 24 horas, informa o diretor de Meio Ambiente, Lucas Seren.
“Uma empresa bebedourense (Marcos Gomes Pereira) já contratada através de processo licitatório fará o alambrado no local e a Prefeitura construirá portaria com vigilância”, conta o diretor de Meio Ambiente.
As medidas, segundo o diretor Jurídico da Prefeitura, Telmo Lencioni Júnior, atende ação civil pública do Ministério Público que solicita ações de melhorias ao local adequadas à legislação ambiental: “A Prefeitura apresentou ao MP, no final de junho, medidas de melhorias e estipulou prazo de 180 dias para cumprí-las. O MP, por sua vez, expediu ofício à Cetesb para analisar as propostas e o prazo estipulado”, diz e continua: “Se tivermos parecer favorável da Cetesb, o MP deve aceitar as medidas propostas pela Prefeitura”.
Seren ressalta que o transbordo de resíduos sólidos não é realizado neste terreno do Distrito 5: “Temos outro local onde é realizado este tipo de transbordo. Como o local ainda não é cercado, não temos controle, de quem possivelmente, possa jogar lixo ali. Quando assumimos esta gestão, o transbordo de entulho já era realizado lá e decidimos continuar. Esperamos que num futuro próximo, a triagem seja realizada de outra maneira”.
Seren estuda parceria público-privada para administrar o espaço: “Estamos em conversação com empresas que trabalham com resíduos de construção civil para estabelecer parcerias”.
O Distrito Industrial 5 (zona norte) foi comprado, sem nenhuma infraestrutura, por R$ 1,8 milhão, no primeiro ano da gestão do ex-prefeito João Batista Bianchini, o Italiano (PTB), quando o vice-prefeito Gustavo Spido ocupava o cargo de diretor do Depto. de Desenvolvimento Econômico. Na época, foi orçada em R$ 4,5 milhões a obra que seria necessária para construir o acesso e a infraestrutura do local para transformá-lo em distrito industrial, considerado totalmente inviável.

(…)

Leia mais na edição nº 9883, dos dias 27 e 28 de agosto de 2015.