Confira a capa da Gazeta, edição de nº 10465, de 19 a 21 de fevereiro de 2020

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Em apenas três meses, o índice larvário de Bebedouro quintuplicou e registrou 11, colocando a cidade em situação de risco para infestação do Aedes aegypti. Em outubro do ano passado, a Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizada pelo município, indicava 2,1.
“Imaginávamos que o índice seria alto, mas ficamos surpresos com o resultado. Pedimos que os moradores voltem seus olhares para esta situação, pois um mosquitinho pode deixar muitas sequelas. Percebemos a dimensão do problema e o descaso da população. As pessoas acham que nunca vai acontecer dentro de casa, apenas no seu vizinho”, afirma a coordenadora do Departamento de Vetores e Zoonoses, Regina Melanda, apontando a chuva e a falta de atenção da população como as principais causas para esta subida na classificação do risco de dengue.
Até terça-feira (18), balanço da Vigilância Epidemiológica apontava que Bebedouro tinha dez casos positivos de dengue, com nove resultados negativos e 40 aguardando, totalizando 59 notificações. Neste ano, a cidade não registrou casos de chikungunya e zika vírus.