O jornalismo perde Juliana Campanholi

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Aos 30 anos, faleceu a jornalista que trabalhou na Prefeitura de Bebedouro,  na gestão do ex-prefeito Helio Bastos.

Ainda muito abalado, o marido de Juliana, Ronaldo Henrique Soares revela emocionado que a imagem que tem da esposa é quando a deixou internada na Santa Casa de Barretos, na manhã de domingo (8), tendo a levado porque a jornalista estava com dor no peito. Ao chegar no local, o médico teria solicitado a presença do cardiologista que solicitou exames. Por precaução pediu que Juliana ficasse em observação na UTI: “Conversamos bastante enquanto aguardávamos a internação, ela deu risada. Na manhã de segunda-feira (9), o médico me ligou falando sobre a parada cardíaca que ela sofrera, conseguiram reanimá-la, resistiu 24 horas sedada, mas depois morreu. Sempre amei a Juliana”, finaliza abalado e emocionado.
O marido confirma que Juliana Campanholi sofria de arritmia. Uma colega de trabalho diz que a jornalista teria se queixado de dores no peito e dificuldade para respirar há três semanas.
Atualmente, a jornalista atuava na Radio 105 FM Colinense e na revista Tudo de Bom, ambas na cidade de Colina. Durante a gestão do ex-prefeito Helio Bastos, a jornalista trabalhou na Comunicação da Prefeitura. O jornalismo da região está em luto.
Juliana, morreu no início da tarde de terça-feira (10), na Santa Casa de Barretos, deixando marido e a filha de 3 anos, Gabriela. Seu corpo foi sepultado às 10h30, de quarta-feira (11), no cemitério Municipal de Colina.
A Gazeta se solidariza com os familiares e lamenta a perda da colega de profissão.

Publicado na edição nº 9984, de 12 e 13 de maio de 2016.