

Há algo de estrutural na construção da vilã de folhetim: ela não apenas rompe com a moral, mas assume o controle da narrativa. Em Três Graças, Aguinaldo Silva, Zé Dassilva e Virgílio Silva entendem esse princípio e elevam suas antagonistas a motores da história. Lucélia, Samira e Arminda não orbitam o enredo, elas o impulsionam com decisões próprias, criando tensão constante e deslocando o protagonismo tradicional.
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Publicado na edição 11.004, sábado a terça-feira, 9 a 12 de maio de 2026 – Ano 101




