“As diferenças nos enriquecem, mas o respeito é o que nos une”

No mês do Orgulho LGBT+, a Gazeta entrevista especialistas no assunto, que abordam o preconceito e a violência enfrentados por esta comunidade.

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(Reprodução/internet)

A cada 26 horas, um LGBT+ morre no Brasil. De acordo com relatório divulgado pelo Grupo Gay da Bahia, em 2019, 329 pessoas que compõem a extensa sigla que reúne diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, tiveram morte violenta no Brasil, vítimas da homotransfobia.
Do total, foram registrados 297 homicídios e 32 suicídios, no ano passado. Os dados indicam redução de 21,6%, no comparativo com 2018, com 420 LGBTs mortos. Em 2017 foram 445 óbitos (-26%).
Os dados foram liberados no início de junho, em que comemora-se o Mês do Orgulho LGBT+, como conscientização à discriminação, violência e morte vividas por esta comunidade.

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Publicado na edição nº 10494, de 20 a 23 de junho de 2020.